Pé Na Escola | Educação Política Criativa | Para escolas
Leve atividades de educação política criativa para a sua escola. Jogos, simulações, conteúdos e ferramentas de educação política e em direitos.
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Para Escolas

Educação Política Criativa na sua Escola!

O Pé na Escola é um negócio social que desenvolve conhecimento, experiências e conteúdos de educação política criativa, em parceria com escolas públicas e particulares. 

Está em busca de inovação para colocar sua instituição definitivamente no século XXI? Criamos conhecimento, metodologias e conteúdos que vão contribuir com essa missão! 

Contrate nossa consultoria e receba nosso apoio com as medidas e o formato de suas necessidades ou experimente uma de nossas ferramentas que já estão prontas para serem aplicadas em sua escola, e servem como uma forma rápida e simples de entrar em contato com nosso trabalho. Fale com a gente!

CONSULTORIA E SOLUÇÕES CUSTOMIZADAS

 

Conte com nosso apoio para criar e implementar soluções educativas que vão ajudar a colocar sua organização de vez no século XXI, valorizando sua identidade, necessidades, valores, vínculos comunitários e história singulares.

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PÉ NA ESCOLA: PRONTO PARA A AÇÃO

 

Proporcione para estudantes e professores uma experiência inesquecível de educação política criativa com agilidade e excelência. Leve já nossas experiências pedagógicas mais bem sucedidas para sua organização!

Abaixo conheça que experiências são essas.

Quero na minha escola

CRIANDO UM PAÍS

 

  • fundamental II
  • 3h de atividade

 

Crianças e adolescentes do Ensino Fundamental II são convidadas a inventar países, com ampla liberdade, e a partir disso pensar sobre a Constituição Federal do Brasil. Para isso, preparamos um jogo com perguntas orientadoras e materiais onde os estudantes, divididos em grupos, escrevem as regras de seus países fictícios. Em seguida, os grupos apresentam suas decisões para o restante da turma, que pode fazer perguntas e comentários. Após a atividade, os educadores do Pé na Escola apresentam a Constituição brasileira de 1988 e sua história, um resultado de negociações entre vários grupos distintos que participaram da Assembleia Constituinte, e todos conversam sobre os desafios de se fazer um país que seja bom de se viver e a importância das regras estarem escritas numa Constituição, para que o jogo da democracia possa funcionar. Sendo o ponto de partida as invenções dos estudantes, o resultado é surpreendente. O que se vê são jovens de variadas idades debatendo profundamente sobre organização social, política e econômica. Falam de voto, governos, representatividade, minorias, maiorias, direitos humanos, etc, com naturalidade e apropriação. A política deixa de ser abstrata e distante e torna-se concreta – afinal é “o nosso país”.

JOGO DO PARLAMENTO

 

  • ensino médio e pré-vestibular
  • 2 encontros de 2h30 cada

 

O Jogo do Parlamento é uma das experiências de educação política criativa do Pé na Escola. Através dele, alunos do Ensino Médio representam parlamentares discutindo temas da Reforma Política no Congresso Nacional. Na primeira fase do jogo, os jogadores se dividem em grupos, formando Comissões Especiais para discussão e aprofundamento em temas específicos da reforma política, como “financiamento de campanha”, “mandato”, “partidos políticos”, “sistema eleitoral”, com materiais produzidos ou selecionados pelo Pé na Escola. Já na segunda fase, todos se reúnem como no Plenário da Câmara dos Deputados, para que cada Comissão Especial apresente seu parecer final, submetendo a proposta para a votação de toda a turma. A atividade tem como objetivos pedagógicos desenvolver a sensibilização e reflexão sobre representatividade no Estado Democrático e sobre o que está em jogo quando falamos em reforma política. Também visa fortalecer habilidades de interação pessoal e debate, fomentar o reconhecimento sobre a importância da pesquisa e da escolha das fontes e promover a leitura de textos específicos sobre Política e funcionamento do Estado.

PARTICIPAÇÃO POLÍTICA: “SE FECHAR A GENTE OCUPA”?

 

  • fundamental II (anos finais) e médio
  • 3h de atividade

 

Nesta atividade o mote é a discussão sobre a reorganização escolar do sistema de educação do estado de São Paulo e as ocupações promovidas por estudantes secundaristas, que aconteceram em novembro de 2015. Nesta simulação, os alunos, divididos em grupos, representam o governo do estado, os estudantes ou o poder judiciário. Em cada grupo, os participantes precisam se colocar no lugar de quem representam, para desenvolver argumentos e propostas a partir desse ponto de vista específico. Ao fim, reunidos em um formato de simulação de audiência judicial, os participantes propõem e negociam uma solução coletiva e consensual. A atividade tem por objetivo estimular que os alunos pensem para além das próprias opiniões pessoais, complexificando o debate,  além de apresentar o significado e os desafios relacionados à participação popular e à formulação e gestão de políticas públicas em um ambiente democrático.

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VANDALISMO OU MANIFESTAÇÃO: PICHARAM O MONUMENTO!

 

  • fundamental II e médio
  • 3h de atividade

 

Esta simulação tem como pano de fundo a intervenção feita ao Monumento das Bandeiras por uma manifestação de diversos povos indígenas reunidos contra a PEC 215. A estátua foi pintada com tinta vermelha, representando o sangue dos povos indígenas. Os alunos são divididos em grupos que defendem a legitimidade ou a ilegitimidade da intervenção, com base na Constituição Federal e na Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ao final, uma comissão julgadora deve escolher um lado vencedor, ou propor uma terceira e nova solução para o conflito, que leve em conta os argumentos apresentados. A atividade tem por objetivo promover a reflexão dos alunos acerca dos dilemas da liberdade de expressão e manifestação, bem como estimulá-los a aprofundar seus argumentos e a defendê-los no coletivo de forma respeitosa e construtiva.

E SE EU FOSSE GESTOR PÚBLICO? O CASO DA USINA HIDRELÉTRICA

 

  • ensino fundamental II e médio
  • 2 encontros de 2h30 cada

 

Neste caso, a simulação é de uma audiência pública no âmbito do Poder Executivo. O caso trabalhado é o da construção de uma usina hidrelétrica que coloca em conflito diferentes grupos e interesses. Apresentado o caso, os alunos são divididos em quatro grupos: “engenheiros”, “economistas”, “advogados dos direitos humanos” e “gestores públicos”, e são convidados a pensar no caso concreto a partir do olhar do grupo que representam. Aprofundadas as  posições e escolhidos os argumentos, na segunda etapa da atividade os grupos participam de uma audiência pública simulada onde devem apresentar suas posições e discutir o tema coletivamente, , a fim de  pautar a escolha da equipe dos gestores públicos. O objetivo da atividade é mostrar aos alunos a complexidade envolvida nas escolhas políticas de gestores públicos e estimular que eles possam olhar a questão a partir de diferentes pontos de vista, compreendendo e respeitando as diversas opiniões que cercam um tema como este.

ROLE PLAYING STF: COTAS NAS UNIVERSIDADES

 

  • ensino médio
  • 2 encontros de 2h30 cada

 

Nesta experiência, acontece uma simulação de um julgamento do Supremo Tribunal Federal na qual os estudantes debatem sobre a ADPF 186, julgada em 2012 pelo STF, que decidiu sobre a constitucionalidade da política de cotas étnico-raciais para a seleção de estudantes na Universidade de Brasília.

Para realizar esse debate, os alunos se dividem em quatro grupos: o “Partido Democratas”, que ajuíza a ação e se posiciona contra as cotas; a “Advocacia Geral da União”, que se posiciona a favor da política; a “Procuradoria Geral da República”, que deve escolher seu posicionamento e emitir um parecer; e os “Ministros do STF”, que devem votar ao final dos debates de acordo com seus estudos e convicções pessoais. A simulação inspira-se no julgamento real, mas os alunos são livres para selecionarem e defenderem os argumentos, de acordo com o grupo que representam na atividade. A atividade tem por objetivo fomentar a compreensão do papel do Poder Judiciário em fundamentar suas decisões com base nos direitos garantidos e, ainda, desenvolver a capacidade de argumentação crítica e fundamentada dos alunos, independentemente do “lado” que tenham de representar.

CONSELHO DE ESCOLA: O CASO JUBIABÁ

 

  • professores e gestores de educação
  • 3h de atividade

 

Nesta palestra seguida de simulação, voltada para professores e gestores da educação, o tema é “Direitos Humanos e Diversidade na Escola”. Durante a exposição, os educadores do Pé na Escola apresentam de maneira leve e fundamentada a história dos Direitos Humanos, seu significado e importância no mundo contemporâneo. Após a palestra, os professores participantes são convidados a simular uma reunião de Conselho de Escola em que se colocam na condição de professores, gestores, pais e alunos para discutir sobre um caso concreto, em que um grupo de alunos rejeita trabalhar com a obra Jubiabá, de Jorge Amado, por questões religiosas. Após cada um dos participantes defender diferentes posições na reunião simulada, todos os educadores presentes podem opinar sobre diversidade religiosa no ambiente escolar. A atividade tem por objetivo possibilitar a compreensão dos direitos humanos como princípios que orientam as decisões na hora de se lidar com conflitos, inclusive no ambiente escolar.

DIREITOS HUMANOS PARA EDUCADORES: SABERES E FERRAMENTAS PARA O TRABALHO EM SALA DE AULA

 

  • professores
  • 16h divididas em 4 encontros de 4h cada um

 

Este curso tem como objetivo empoderar os participantes com ferramentas para falar de direitos de forma criativa, apartidária e atual, a partir da vivência direta das metodologias e ferramentas abordadas pelo Pé na Escola. Assim, os participantes aprendem e discutem sobre as atividades realizando todas elas.

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